Moore disse que foi internado na unidade de cuidados intensivos de um hospital de Nova Iorque a 31 de janeiro e que esperava receber alta ainda na sexta-feira passada.

"Vamos apenas dizer que as coisas não pareciam boas domingo à noite. Mas, graças a uma combinação de bons médicos, comida hospitalar decente e ao Obamacare, estou muito melhor", escreveu Moore no Facebook.

Moore atribuiu a doença a uma agenda intensa da promoção do seu filme, de apoio ao candidato presidencial democrata Bernie Sanders, e de uma campanha para chamar a atenção para o escândalo de água envenenada na sua cidade natal de Flint, no Michigan.

O cineasta "guerrilheiro" pediu aos seus fãs para ajudarem a promover "Where to Invade Next", com estreia marcada nos EUA para a próxima sexta-feira, através da partilha de trailers.

"Eu não posso voar, tenho de recuperar, e daqui a uma semana este grande filme para o qual tanto me dediquei vai estrear nos cinemas - com pouca ou nenhuma ajuda minha", escreveu Moore no Facebook.

O cineasta vencedor de um Óscar é mais conhecido por dirigir documentários como "Bowling for Columbine" (2002), sobre a ligação às armas na cultura americana; "Fahrenheit 9/11" (2004), que ataca a resposta do governo Bush aos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, e "Roger & Me" (1989), sobre os seus esforços para falar com o chefe da General Motors sobre o impacto do encerramento de fábricas em Flint.

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