Gravado por Pedro Villas Silva, nos estúdios Namouche em Lisboa, o registo de originais do cantor açoriano contou com a participação de músicos integrantes de projetos como “Orelha Negra”, “Amor Electro”, “Toranja”, “Donna Maria”, entre outros.

O músico, que começou a escrever canções aos 15 anos, aos 18 anos fez as primeiras maquetes para o MySpace e, em 2009, venceu o concurso AngraRock, nos Açores, tendo já um dos seus temas sido selecionado para a banda sonora do filme “A Canção de Lisboa”.

Trata-se de um disco, segundo uma nota de imprensa, com “sonoridades reminiscentes de universos indie-folk, que apesar de ter sido editado apenas esta semana, já viu um dos seus temas galardoado com um primeiro lugar no aclamado International Songwriting Competition".

A música no caso do cantautor resulta do cruzamento de uma coleção de discos herdada do seu avô, que foi um pioneiro da rádio na Terceira, e o “fascínio enorme” pela guitarra.

Flávio Cristóvam recebe influências de artistas como Ryan Adams, Bob Dylan, Gregory Alan Isakov, Josh Rouse, Pete Yorn.

Formou a banda October Fligth, que chegou a lançar um álbum, tendo começado a sua carreira a solo em 2015.

O artista encontra-se presentemente em digressão com datas em Portugal, Holanda, Bélgica, Alemanha e França, onde irá acompanhar o cantautor australiano Stu Larsen.

No país vai estar em vários espaços Fnac em diversas cidades, a par de várias salas nos Açores, em Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e ilha do Pico.

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