Uma nova série sobre o universo da saga "Star Wars", com uma personagem central feminina, está a ser desenvolvida para a plataforma de streaming Disney+, de acordo com relatórios comerciais de Hollywood divulgados esta quarta-feira (22).

Leslye Headland, co-criador da série da Netflix "Russian Doll", está à frente do projeto que será mais uma oferta da Disney para expandir a saga de ficção científica na sua plataforma após o grande sucesso de "The Mandalorian".

A Disney não respondeu aos pedidos de esclarecimento das publicações especializadas.

Segundo o Deadline Hollywood, a nova produção em imagem real será um "thriller de ação dirigido por mulheres com elementos de artes marciais numa linha temporal alternativa ao habitual universo de 'Star Wars'".

Após o fracasso no cinema do "spin-off" "Han Solo: Uma História de Star Wars", a Disney decidiu dar prioridade à televisão como a plataforma nos próximos anos para "Star Wars".

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"The Mandalorian" foi o principal lançamento da Disney+ no ano passado, obtendo sucesso entre críticos e público. Uma terceira temporada já está em preparação.

Além disso, outras duas novas séries com atores estão a ser preparadas para a Disney+, incluindo o regresso de Ewan McGregor como Obi-Wan Kenobi e uma prequela do spin-off "Rogue One".

Em fevereiro, o então CEO Bob Iger sugeriu possíveis "spin-offs" de "The Mandalorian", que poderiam "levar essas personagens na sua própria direção em termos de séries".

No cinema, a Disney adiou o lançamento dos novos filmes após a terceira trilogia recentemente concluída, com resultados decrescentes nas bilheteiras e críticas mornas.

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Os esforços para introduzir mais personagens femininas e de minorias raciais na saga não foram bem recebidos por alguns fãs.

A recente trilogia contou com mais mulheres e atores de cor, com Rey (Daisy Ridley) e Finn (John Boyega) a ocuparem grande destaque na história, irritando uma minoria tóxica.

Por sua vez, a atriz americana de ascendência asiática Kelly Marie Tran, que se estreou em "Os Últimos Jedi" (2017), foi perseguida nas redes sociais por pessoas racistas e sexistas.

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