Em comunicado, a SIC refere que "venceu 122 dos 125 dias de 2020 e já leva 100 dias de vitórias consecutivas", segundo dados da GfK/CAEM. A liderança do canal começou com a contratação de Cristina Ferreira e o regresso de Ricardo Araújo Pereira também tem ajudado a conquistar os espectadores.

Aliás, "a última vez que uma estação de televisão em Portugal conseguiu um tão longo período ininterrupto de dias consecutivos de liderança foi a própria SIC, há 20 anos", sublinha a estação do grupo Impresa.

"E numa incrível coincidência de datas, uma vez que tal feito remonta a 05 de maio de 2000, exatos 20 anos sobre o dia de hoje", aponta.

Em abril, a SIC manteve-se como "o canal mais visto da televisão portuguesa com 20,1% de ‘share’ a uma distância de 6,3 pontos percentuais para a TVI".

A SIC diz que "é líder há 15 meses consecutivos e lidera no ano de 2020 com 20,2% de 'share'", acrescentando que os "10 programas mais vistos da televisão portuguesa em março e em abril foram todos na SIC".

O resultado líquido da SIC subiu 31,5% no ano passado, face a 2018, para 15,3 milhões de euros, com o total de receitas a progredirem 6,8% para 155,2 milhões de euros.

O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) subiu 35% para 27 milhões de euros.

De acordo com o relatório anual da SIC hoje publicado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (os dados operacionais já tinham sido divulgados em 02 de março, aquando dos resultados anuais do grupo Impresa), a estação conta consolidar os "bons resultados atingidos em 2019, com foco no crescimento do EBITDA e melhoria da margem operacional".

"Tendo sido aprovado o Plano Estratégico para o triénio 2020-2022, a SIC e a Impresa complementarão as suas atuais atividades com o crescimento para novas plataformas, indo ao encontro de mais e novas audiências e aumentando e diversificando o seu portfolio de conteúdos", refere o relatório.

"Até à data de aprovação das demonstrações financeiras pelo Conselho de Administração, o grupo não sofreu impactos relevantes na sua atividade decorrentes do surto do vírus covid-19 que tem vindo a propagar-se à escala mundial, e também em Portugal", lê-se no relatório.

O grupo está a fazer “um levantamento dos potenciais impactos do vírus covid-19 na sua atividade e consequente definição de um plano de resposta, tendo em curso a implementação de um plano de contingência para assegurar o regular funcionamento das suas operações, em particular da continuidade das emissões dos diversos canais de televisão explorados", prossegue.

Face à incerteza relativamente à pandemia, "não é possível neste momento antecipar quais os impactos financeiros que poderão vir a decorrer para o grupo", refere, destacando "a atividade da SIC, a qual desempenha um papel particularmente importante neste tipo de situações, em que a procura de informação atualizada, rigorosa e credível ganha ainda maior preponderância".

"O grupo Impresa monitorizará as implicações económicas” da covid-19, “e, em particular, a identificação de potenciais fontes de risco para a sua atividade", conclui.

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