“Esta decisão deve-se, sobretudo, ao facto de conseguir desta forma acompanhar o lançamento do disco com concertos ao vivo, perto de todos, ainda que possivelmente com as devidas distâncias de segurança”, refere a promotora do músico.

“Aconteceu”, adiado para 11 de setembro, é o quarto álbum de originais do guitarrista português, e seria editado a 8 de maio pela editora Planalto Records.

O álbum, com dez composições instrumentais para guitarra semi-acústica eletrificada, foi composto ao longo de cinco anos e gravado numa pequena adega da família.

É descrito como “um disco de catarse em que cada canção diz respeito a uma recordação ou um sentimento, canalizado para uma guitarra”.

Guilherme Efe, que tinha lançado o álbum anterior, “Sur lie”, em 2015, avançou com novas composições em finais de 2017 “numa espécie de residência” em Braga, com os produtores Tiago e Diogo Simão.

Tal como outros músicos que tiveram concertos adiados ou cancelados, por causa da pandemia da doença COVID-19, Guilherme Efe, 28 anos, virou-se para a internet e tem feito algumas atuações nas redes sociais.

A pensar na divulgação do álbum “Aconteceu”, o músico criou uma conta oficial na plataforma Patreon, com subscrição paga, na qual revelará semanalmente, entre maio e setembro, conteúdos e vídeos com ensaios, explicações sobre processo criativo e de composição.

Guilherme Efe, autodidata, começou por tocar em bandas de metal até descobrir a guitarra clássica, tendo editado os álbuns “Palavras gastas” (2012), “O passado volta sempre” (2013), gravado num mosteiro, e “Sur lie” (2015), registado num túnel de barricas de uma exploração vinícola.

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