“Na escolha deste programa, proponho-me assinalar um claro interesse na utilização dos recursos expressivos característicos da cítara portuguesa com leituras interpretativas que valorizem as diversas opções estéticas de acordo com uma perspetiva historicamente informada”, afirma o guitarrista, em comunicado.

Caldeira Cabral defende a adoção do nome de “cítara portuguesa” para a guitarra portuguesa, “como uma forma de promover a ligação à tradição europeia que remonta ao século XVI”, lê-se no mesmo comunicado.

Em 2018, o músico foi condecorado, pelo Presidente da República, com a Ordem do Infante D. Henrique no Grau de Grande-Oficial.

Este recital esteve previsto para março último, tendo sido adiado devido à pandemia de COVID-19.

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